. blog de Fabio Camarneiro

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27 August 2009

lucrecia martel

Cada dia cresce a memória dos filmes de Lucrecia Martel.


Um desejo latente percorrendo os personagens femininos; agrupamentos familiares enclausurados (em casa, em hotéis); uma atenção especial para os pequenos acidentes do mundo (como o inusitado encontro ao som do theremin em La niña santa); um passo lento, que busca aquilo que habita o interior de seus personagens; os desencontros de toda espécie (o engano do olhar, os desvarios dos ouvidos, o mistério do outro); a sensação de um universo ao mesmo tempo tátil, corpóreo (cinematográfico) e divino, ritual (transcendente).

Aqui, uma entrevista a Chris Wisniewski, da Reverse shot, sobre La mujer sin cabeza (2008).

Aqui, texto meu sobre La niña santa na Cinética.

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3 comments:

BRUNO BRALFPERR said...

Foda mesmo é o Aronofsky e o Clint Manssel.

MARIO RUI FELICIANI said...

Ave Fábio

Bom te ler.

Sobre a Lucrecia, cê sabe como me tocam os detalhes. No Pântano, aquela personagem derrubada (ou melhor, caída, derrubada é coisa boa) está sempre com a camisola desarrumada no colo. Perfeito!

Luíza Mendes Furia said...

Fabio: muito bom em conteúdo e bonito, despojado, clean em forma o seu blog! Vou colocá-lo como link no meu. Passarei por aqui de vez em quando. Beijos!

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